quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Ghost, pero no mucho

Seguiu ontem para a gráfica o meu quarto livro como ghost-writer, atividade que se encaixou muito bem na minha vida de frila. O primeiro foi há cinco anos, e, desde então, cada projeto tem puxado o outro - foram dois livros na área de gestão e dois de caráter biográfico. A grande vantagem é que são trabalhos de longo prazo, perfeitos para ir tocando nos momentos em que as reportagens, sempre com deadlines apertados, dão uma trégua. Não se trata de criar textos para outros assinarem, contudo: a premissa é ajudar os autores a dar forma a um conteúdo que, obrigatoriamente, eles precisam ter - e que me repassam aos poucos, em várias entrevistas. Vamos, assim, construindo o texto juntos. O mais engraçado é que meu nome nem deveria aparecer (afinal, fantasmas são invisíveis), mas todos os autores até agora fizeram questão de me citar nos agradecimentos.

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