sexta-feira, 30 de abril de 2010

Alguém vai achar a minha quando eu tiver 70

Mensagem enviada em uma garrafa é respondida 33 anos depois via Facebook
De Agencia EFE
Bruxelas, 29 abr (EFE) - Um belga que lançou uma garrafa ao mar com uma mensagem dentro recebeu uma resposta 33 anos mais tarde através da rede social Facebook.
Olivier Vandewalle passava suas férias navegando pelas costas britânicas quando arrancou uma página de seu caderno e decidiu contar sua aventura.
"Eu sou um menino de 14 anos e vivo na Bélgica. Não sei se você é uma criança, uma mulher ou um homem. Navego em um barco de 18 metros. Seu nome é Tamaris. Ao mesmo tempo em que escrevo esta carta acabamos de passar por Portland Bill, no litoral sul da Inglaterra. Partimos esta amanhã", dizia a mensagem.
A britânica Lorena Yates encontrou a mensagem na garrafa em Swanage, no sul da Inglaterra.
A inglesa não duvidou e com os únicos dados que tinha, o nome e o lugar de origem do autor da mensagem, decidiu buscá-lo no Facebook e 33 anos depois a mensagem recebeu uma resposta através da internet.
Quando o belga leu a contribuição de Lorena em seu perfil não sabia de que ela estava falando, mas, uma vez que ela mencionou o nome do barco, foi acordado pela mensagem que enviou quando era um adolescente.

Mais aqui.
(Obrigado ao amigo Marcelo Santos por me enviar a matéria.)

Que dia maravilhoso

Era só isso mesmo que eu queria dizer. Que dia maravilhoso.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Garrafa ao mar

Ok, confesso que tenho uma motivação secreta para caminhar na praia pelo menos três vezes por semana: a esperança de encontrar uma garrafa com a mensagem de alguém distante. Sei que as chances são mínimas, mas estou fazendo o que posso para aumentá-las: além de frequentar a areia com certa regularidade, tenho ido sempre bem cedo, antes dos concorrentes. Considerando que ainda assim as probabilidades são de fato pequenas, contudo, decidi proporcionar a um desconhecido a oportunidade de viver esse momento mágico com o qual sempre sonhei. Jogarei uma garrafa ao mar com a seguinte mensagem, em português e inglês: "Olá, sou Maurício Oliveira e joguei esta garrafa na praia do Campeche, em Florianópolis, Brasil, às seis da manhã do dia 30 de abril de 2010. Envio uma foto do local para que você possa apreciar a bela paisagem. Eu realmente ficaria feliz se você pudesse escrever para o meu e-mail, que informo a seguir, relatando as circunstâncias em que encontrou esta mensagem. Saudações fraternas." (Já estou até imaginando a resposta: "Oi, Maurício. Sou seu vizinho no Campeche e encontrei a sua garrafa. Pelo jeito ela não foi muito longe, hehehe. Quer vir buscar na minha casa ou jogo no lixo reciclável?")

Vida de frila, a missão

Hoje à tarde eu iniciei os contatos para uma reportagem do Valor com deadline no dia 10, fiz ajustes pós-design em um livro que entreguei há um mês à Letras Brasileiras, corri atrás de informações para um quadro complementar à matéria que mandei ontem para a Você S/A, produzi um texto factual sobre as enchentes em Santa Catarina para o Estadão (que ligou às 14h pedindo o material para as 19h) e negociei longamente com uma assessora de imprensa a participação do assessorado na edição de estreia de uma revista. E ainda lavei a louça.

domingo, 25 de abril de 2010

Ah, tem a saideira

Usei o verbo protelar no último post e me lembrei de uma coisa. Estávamos precisando colocar rede de proteção na janela de casa e abri a lista telefônica. Uma das empresas se chamava Protelar. Protelar! Claro que o dono pensou na combinação entre as palavras "Proteção" e "Lar" e não sabia da existência de um verbo justamente com o significado que tem... Ou será que sabia e foi propositalmente dúbio? Quando um cliente ligasse para reclamar do atraso na entrega, ele poderia alegar: "Ora, ora, mas você não se deu conta, pelo nome da firma, que essa é a nossa especialidade?"

Chega de enrolação

Acho que já deu para perceber que estou protelando o meu encontro inadiável com o Leão. Mas não tem jeito, agora tenho que ir. Bom domingo! - que certamente será melhor para quem já fez a declaração...

O drama da primeira frase

Em outra crônica, o Veríssimo fala sobre a dificuldade de escrever a primeira frase de um texto. É verdade. Comigo acontece a mesma coisa. Depois que sai a primeira frase, e com ela o primeiro parágrafo, a matéria vai que é uma beleza. Começar é sempre a grande dificuldade. Diz o Veríssimo: "Gostei de saber que o Chico Buarque também fica jogando paciência em vez de trabalhar. Nossa desculpa é que não estamos jogando, estamos distraindo a nossa atenção enquanto pensamos. Para evitar a primeira frase tenho me concentrado nos ícones do computador e agora mesmo - toda esta crônica, como já se percebeu, é um pretexto para não escrevê-la - me dei conta de que o símbolo para tempo no computador é uma ampulheta. Não a face de um relógio ou um quartzo pulsante, uma ampulheta! Quantas dessas crianças que já nascem com um notebook embaixo do braço sabem o que é uma ampulheta? E no entanto ali está ela, a única maneira que o computador encontrou de nos dizer para esperar um pouquinho. Um anacronismo desconcertante. Eram ampulhetas que os escritores de antigamente tinham ao seu lado, para lembrá-los dos prazos de entrega enquanto afiavam o cálamo. No fundo, mudou tudo no nosso ofício menos a angústia."

O medo de não ter o que ler

O que mais admiro no Luis Fernando Veríssimo é a capacidade de transformar os temas mais banais em uma escrita leve e saborosa. Numa crônica chamada "Fobias", ele discorre sobre o medo de não ter o que ler. "Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham 'frio' e 'quente' escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri uma lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo." E o texto segue na mesma balada, sem que a gente desarme o sorriso um segundo sequer. A gente deve fazer uma tremenda cara de bobo quando lê o Veríssimo.

O prazer de ter feito um bom negócio

Citei outro dia que estou lendo uma coletânea de crônicas do Rubem Braga, As boas coisas da vida. Trouxe esse livro do sebo, junto com outros nove, em uma troca. Desde a mudança eu tinha duas caixas cheias com livros, revistas e CDs dos quais desejava me livrar. Aí conheci aquele sebo do Pantanal citado alguns posts atrás, onde comprei LPs para a futura festa da Cris. Naquela ocasião perguntei ao rapaz que trabalha lá se havia interesse na troca e ele disse que sim. Levei as caixas, ele avaliou cuidadosamente peça por peça e descartou apenas algumas revistas mofadas e uns CDs riscados. Quando me disse o valor ao qual eu teria direito em mercadorias, quase caí para trás: R$ 157. Sempre tive a impressão de que os sebos eram muito exploradores nesse tipo de negócio, mas desta vez estava valendo a pena. Escolhi dez livros, metade deles de crônicas, e ainda fiquei com R$ 51 em crédito, à espera da renovação do acervo que eu desfalquei consideravelmente. Na primeira semana devorei três ao mesmo tempo - além do Braga, os dois outros foram Banquete com os deuses, de Luís Fernando Veríssimo, e O romance morreu, do Rubem Fonseca, todos em excelente estado (o que pertencia ao Gui posso assegurar que nunca havia sido folheado). Fico feliz ao lembrar que ainda há sete na fila e mais uns cinco que terei com o crédito restante.

Ainda bem que está chovendo

Porque hoje, sem a menor chance de adiamento, preciso dar conta da declaração do Imposto de Renda, a tarefa mais chata que os burocratas já foram capazes de criar. Para completar a maldição, no ano passado aconteceu de tudo o que pode acontecer na vida financeira de uma família. Além da minha condição de frila, já complexa por si só, a Cris trocou de emprego, construímos uma casa, pegamos empréstimos, trocamos de plano de saúde, financiamos carro, Lauro e eu fizemos tratamento ortodôntico etc etc. Passei o sábado procurando a papelada. Acho que a gente devia descontar do imposto esses dois dias de trabalho.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

O meu primeiro jornalista

Já que o Rubem Braga contou a primeira vez dele, vou contar a minha - acho que a história não é inédita aqui no blog, mas, que diabos, depois de quase 850 posts o leitor há de perdoar certas redundâncias. O primeiro jornalista que conheci era um tremendo picareta. Eu devia ter uns 10 anos quando meu irmão Beto foi o vencedor em Santa Catarina de um concurso de redações chamado "Maratona Cívica", disputado entre todos os estudantes de escolas públicas do país. Quando ele voltou da etapa final, que reuniu no Rio de Janeiro os vencedores estaduais, foi homenageado pela Câmara de Vereadores por levar o nome de Araranguá além dos limites do Vale do Araranguá, algo que raramente acontecia. A rádio Tubá, do município vizinho de Tubarão, mandou um correspondente para acompanhar o evento. Ele deve ter achado a pauta fraquinha e resolveu dar uma esquentada - ou melhor, jogou álcool em cima e tacou fogo. Gravou entrevistas não apenas com o Beto, mas também comigo e com o meu outro irmão, o Marcus. No dia seguinte, quando fomos ouvir a matéria, a chamada era a seguinte: "Irmãos de Araranguá tiram primeiro, segundo e terceiros lugares em concurso nacional de redação." Eu mal havia ficado entre os cinco selecionados da minha sala...

O primeiro jornalista de Braga

"Ocorre-me contar qual foi o primeiro jornalista que conheci em minha vida. Eu era muito jovem e, vindo de Cachoeiro, me hospedei na pensão de uma tia minha, na Rua São Pedro - rua que por sinal não existe mais, tragada que foi pela Avenida Presidente Vargas. Havia lá um senhor que me disseram ser jornalista. Tomei coragem e puxei conversa com ele. Chamava-se Esopo, tocava flauta e trabalhava na redação da Noite - um jornal importantíssimo na época. Perguntei-lhe o que ele escrevia, e ele me disse que, entre outras coisas, era encarregado de redigir o 'Canhenho Fúnebre' do jornal. Era um homem solitário, simples, e seu problema era poder tocar flauta em um horário que não incomodasse os outros hóspedes. Várias vezes mudara de pensão por causa disso. Confesso que tive uma pequena decepção com essa figura de jornalista (eu imaginava que todos fossem gênios e escrevessem coisas lindas), mas ainda assim fiquei com uma certa admiração e estima pelo sr. Esopo, sua flauta e seu canhenho."

O meu Nathaniel Ayers

Século passado, quando eu era repórter do jornal A Notícia, também encontrei o meu músico-de-rua-de-estimação, o Cândido do Saxofone.

As boas histórias estão por aí

Acabamos de ver O Solista. É um filme baseado em um livro do jornalista Steve Lopez, do Los Angeles Times, sobre um promissor músico erudito que teve a carreira interrompida pela esquizofrenia e passou a viver nas ruas. O filme me fez pensar, como jornalista, na imensidão de histórias que estão por aí, prontas para serem reveladas. Nessas horas sinto uma tremenda falta do jornalismo diário, que nos faz mergulhar nas entranhas da cidade e nos conduz naturalmente a essas boas histórias. É por isso que um livro de perfis está entre os meus muitos projetos para o futuro.

Obrigado, Gui!

"Vejo toda uma horda de siris minúsculos, cada um erguendo no ar uma puã única, mas do tamanho de seu corpo. Com essa patola gigantesca para seu talhe, esse caranguejinho parece um pequeno povo que gasta em armamento toda a sua receita." (Rubem Braga, em As Boas Coisas da Vida). Confesso que fico com inveja quando leio metáforas brilhantes como essa. E pensar que o destrambelhado do Gui teve coragem de passar adiante um livro do Rubem Braga com dedicatória da própria mãe!

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Vã esperança - ou mãe é mãe

Dedicatória escondida sob a orelha do livro comprado no sebo: "Gui, espero que este seja apenas o primeiro! Beijos. Mãe. 23/05/2003"

domingo, 18 de abril de 2010

A headhunter que leva a vida na flauta

Conversei há pouco, para uma matéria que preciso fechar amanhã, com a headhunter Laís Passarelli, minha fonte há um bom tempo - foi uma das entrevistadas do meu livro "Na mira dos headhunters", publicado em 2001. Trocamos algumas mensagens por celular ao longo do final de semana para combinar a conversa, que ficou para o inusitado horário das 21h30 de domingo - tanto eu como ela estaríamos em lugares sem sinal de celular antes disso, e a segunda-feira já começaria cheia de compromissos para ambos. Claro que esse é o tipo de arranjo que só se faz com uma fonte com a qual já se construiu certo nível de relacionamento. Além de ser um doce de pessoa e muito competente e bem informada em seu métier, a Laís me surpreendeu há algum tempo ao contar que não apenas conhecia o "meu" flautista Patápio Silva (algo tão raro quanto o Bernardinho perder um título), como também que ela própria tocava flauta e adorava executar "Zinha", uma das mais importantes obras patapianas.

Sobre as coincidências que nada significam

TV ligada hoje pela manhã na final da liga feminina de vôlei. O narrador citou em determinado momento o técnico do Osasco.
- Ele tem o mesmo nome do meu irmão, Leuzemar - disse meu sogro.
- Tive a impressão de ter ouvido "Luiz Omar", respondi.
E o assunto morreu ali, afogado em sua completa irrelevância para o destino da humanidade.
Agora à noite vi "Abraços partidos", de Almodóvar, e as legendas finais revelaram que o nome do ator protagonista é Lluís Homar. Tremenda coincidência, hã?
O que isso tudo quer dizer? Absolutamente nada. A não ser que alguém consiga transformar a história em um bom palpite para o jogo do bicho.
Mas que as pequenas e irrelevantes coincidências do cotidiano são fascinantes, ah, isso são.
P.S.: para escrever este post, pesquisei o nome do técnico de vôlei: Luizomar de Moura - que, a propósito, merece os parabéns, pois hoje conseguiu roubar um título do Bernardinho, coisa rara.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

A terceirização ideal

Terceirização perfeita é aquela em que todo mundo sai satisfeito. Veja este exemplo: eu me livrei da louça ao passar a incumbência para o Lauro, que tratou de chamar a Lígia, que por sua vez ficou feliz da vida ao realizar a tarefa.

O ditado do momento

A necessidade é a mãe da criatividade.

Paisagens urbanas

Construções abandonadas têm lá seu charme.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Mea culpa

Andei reclamando das assessorias de comunicação, mas ontem e hoje tive algumas experiências excelentes.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Se você ainda tem toca-discos...

... Mora em Floripa e acha, como eu, que os CDs não chegam aos pés dos velhos LPs em termos de fidelidade de reprodução, aí vai uma dica: um sebo do Pantanal (ali na subidinha da Antônio Edu Vieira, tá ligado?) acabou de colocar dezenas de títulos clássicos à venda por R$ 2 cada. Levei Pink Floyd (nada menos que The Wall), A-ha, Blitz e Menudos, já pensando no aniversário de 40 anos da Cris, em novembro, que terá festa-revival dos anos 80. A propósito, olha que bacana.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Um tema que muito me interessa

O Valor de hoje tem reportagem minha sobre as oportunidades que o mercado brasileiro deverá proporcionar nos próximos anos a profissionais especializados em energia renovável. Tenho tido a sorte de fazer uma série de matérias relacionadas a questões ambientais - o que muito me apetece, pois tenho dois filhos e o futuro do mundo me interessa pessoalmente. Na mesma edição do jornal, a propósito, tem uma matéria chiquérrima da minha amiga Roberta "Projetinho de Vida" Lippi, diretamente de Nova York, sobre a presidente da Avon, Andrea Jung.

domingo, 11 de abril de 2010

Acerte a resposta e ganhe um livro

Se dei bem! Finalmente encontrei alguma vantagem em ter um despertadorzinho como a Lígia acordando bem cedo em pleno domingo: ganhei o livro oferecido pelo Fifo! Êba! Inspirado na ideia do nobre amigo, resolvi fazer também um concurso do gênero, só que com requintes de crueldade. Quem disser primeiro aí nos comentários que lugar de Floripa é este que aparece na foto ganhará um exemplar do meu livro Patápio Silva, o Sopro da Arte, que está no prelo e será lançado em data ainda a confirmar de maio. Cada participante só tem direito a uma tentativa por dia e não vale nada genérico: tem que ir direto ao ponto na descrição do lugar.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Troquem o disco

A falta de transparência de muitas assessorias de imprensa anda me irritando um bocado. A versão oficial quando a empresa não quer dar a entrevista solicitada é sempre a de que "o porta-voz está viajando ou não tem agenda". E aí a gente fica insistindo, prorrogando o prazo, gastando vela com defunto ruim... Por que não dizem logo e claramente que a empresa não quer se pronunciar sobre o assunto e ponto final? Toda fonte tem o direito de escolher se vai ou não falar - logo, não há a menor necessidade de mentir. Acabei de pegar uma grande empresa de assessoria de São Paulo no contrapé: eu já sabia que um determinado executivo topava ser personagem de uma matéria, mas ele precisava ter a autorização da área de comunicação da empresa. Entrei em contato com a assessoria e depois de algum tempo lá veio o bla-bla-blá sobre a falta de agenda do executivo, quando, na verdade, a empresa simplesmente não gosta que os seus funcionários apareçam, talvez para não chamar a atenção dos concorrentes - que falta de confiança no próprio taco, hein?

Malacolândia

Malacocultura é o termo que define o cultivo de moluscos, mas em Floripa ganhou definitivamente outro significado. Impressionante o que tem de malaco por aí.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Carpe diem

Sim, sim, eu sei que estou chato com esse papo todo. Mas é que a vida desfila diante de nós a passos acelerados e temos que aproveitar cada dia.

Círculo virtuoso

Vantagem número um: sair para caminhar cedo obriga você a dormir mais cedo. Vantagem número dois: dormir mais cedo obriga você a administrar melhor o tempo para dar conta de tudo até determinada hora. Vantagem número três: a manhã rende que é uma beleza. Vantagem número quatro: caminhar logo ao amanhecer significa passar em frente à feira e fazer a festa com frutas fresquinhas (ops, virou língua do efe). Vantagem número cinco: as pessoas que estão pela rua bem cedo são mais simpáticas e até cumprimentam a gente. Vantagem número seis: a atividade física induz a tomar mais água e a constatar como água é bom (refrigerante, de agora em diante, só muito de vez em quando). Vantagem número sete: começar o dia vendo e ouvindo o mar é uma tremenda vantagem competitiva.

Concerteza

Às vezes fico lendo os comentários de alguns blogs das mais diversas linhas - Kotscho, Juca Kfouri, Vivi Mascaro - só para constatar como há gente idiota, preconceituosa e com dificuldade para se expressar. Por que não consultam o dicionário antes de escrever asneiras como "concerteza"?

Ilha do Campeche

Cada amanhecer é de fato diferente. Hoje o dia nasceu carrancudo, mas o sol deu as caras exatamente às 7h22 e tomou conta da cena.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Alvoradas oníricas

Sair para caminhar, correr ou pedalar às seis da matina é maravilhoso. Estou tentando incorporar esse hábito à minha rotina depois que mudamos para o Campeche, embora os frequentes períodos de acúmulo de trabalho atrapalhem um bocado. Daqui de casa são dois quilômetros pelo calçadão até chegar àquela lindeza toda de praia, com uma das mais largas faixas de areia de Floripa e a imponente Ilha do Campeche bem à frente. Anteontem testemunhei o deslumbrante nascer do sol que ilustra este post. Hoje, com o vento forte, a areia fina da praia formava uma suave bruma em constante movimento. Que surpresa terei da próxima vez?