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“ter” tempo e espaço....
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Um exemplo de imprevisibilidade
Outro dia a Ana Paula falou dos passarinhos que freqüentavam sua ameixeira e eu deixei um comentário falando da minha ameixeira e dos meus passarinhos. Tudo lindo, harmonioso e romântico. Até que, noite dessas, surgiu um morcego rondando a ameixeira aqui de casa. Na noite seguinte já eram dois, depois cinco, seis, dez, enfim, inúmeros primos do Batman sobrevoando ameaçadoramente o caminho entre a casa e o meu cafofo. Estava decidido a tolerar os bichinhos até que as ameixas acabassem, mas desisti no sábado, quando a parede de casa e o carro amanheceram cobertos de manchas marrons (cocô de morcego, para quem gosta de informações claras). Aí já era questão de saúde pública: peguei o serrote e podei a ameixeira com, digamos, certo rigor - algo absolutamente impensável uma semana antes, prova de que o futuro é mesmo imprevisível. No início da noite de sábado, quando os morcegos chegaram, foi divertido ver a cara de bobo deles. Depois disso, sumiram. (Talvez apareçam por aí, Ana.)
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E os passarinhos, não lançavam torpedos?
ResponderExcluirSim, mas os passarinhos eram bem mais educados: só sujavam (levemente) a área de abrangência da ameixeira. Os morcegos, aqueles desaforados, pesteavam tudo num raio de 10 metros. E cada um lançava umas 40 cargas por noite, eu acho.
ResponderExcluirPois olha, até agora pintaram aqui não...
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