segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Quase morri de rir

Acabo de receber, pela lista dos amigos que jogam futebol juntos, um e-mail "engraçadinho" que começa assim:

1 advogado = um doutor
2 advogados = um escritório
3 advogados = uma reunião
4 advogados = uma quadrilha
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1 carioca = um surfista
2 cariocas = dois surfistas
3 cariocas = uma boca de fumo
4 cariocas = um arrastão
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1 gaúcho = um cabra macho, tchê!
2 gaúchos = uma briga de faca
3 gaúchos = um rodeio
4 gaúchos = uma parada gay
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1 baiano = um escritor famoso
2 baianos = uma luta de capoeira
3 baianos = um grupo de axé
4 baianos = um terreiro de macumba

E por aí segue a brincadeira sem graça, atingindo ainda paulistas, paraibanos, chineses, italianos, argentinos e petistas. O que me surpreende nem é o fato de existir gente preconceituosa e com tempo livre para criar e difundir essas bobagens. Fiquei atônito, isso sim, ao perceber que o e-mail original, repassado pelo colega a umas 100 pessoas (das quais muitas repassarão a tantas outras), chegou a ele devidamente assinado, como se a pessoa se orgulhasse do que estava fazendo. E o mais incrível é que, logo abaixo do nome, a moça colocou o cargo que ocupa, o nome da empresa para a qual trabalha e até os telefones de contato, incluindo o celular. Ela é "consultora de vendas" de uma das mais importantes revendedoras de carros de Florianópolis. Ou seja, não apenas correu o risco de perder metade da clientela em potencial ao divulgar uma asneira dessas, mas ainda por cima - e isso é o mais grave - comprometeu a reputação do empregador e de todos os companheiros de trabalho. Depois a pessoa reclama da sorte, diz que não sabe porque as coisas não dão certo para ela etc etc. Chega a ser tristemente ingênuo.

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