quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Um dia que ninguém esquece

Dauro instiga seus leitores a relembrar o que estavam fazendo há exatos sete anos. Deixei meu depoimento lá, mas vou acrescentar aqui uma curiosidade profissional. Como fui um dos primeiros repórteres a chegar na redação da Veja naquela manhã, eu e a colega Cláudia Granadeiro ficamos com uma pauta sobre a repercussão dos atentados. Era uma matéria para fechar naquele mesmo dia, pois integrava o caderno a ser impresso à noite. Só no dia seguinte a direção da revista decidiu que toda a edição seria dedicada ao tema e que nenhuma matéria sairia assinada. Mas a nossa já estava impressa e saiu assinada - a única em toda a revista. Lembro que um conhecido achou, na época, que eu e a Cláudia havíamos escrito todos os textos da edição...

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