domingo, 22 de junho de 2008

Até mais, Belém

Estou me despedindo da acolhedora Belém, terra de gente simpática que pontua as frases com a expressão "égua". Ontem, meu dia de folga, aproveitei a cidade ao máximo. O centro tem o Forte do Presépio e o célebre Mercado Ver-o-Peso, além de museus como o de Arte Sacra. Surpreendi-me ao encontrar a Estação das Docas, reduto gastronômico que lembra muito Puerto Madero, em Buenos Aires. A capital paraense é repleta de árvores, especialmente mangueiras, e cores - como demonstra a foto ao lado, que tirei há pouco, durante a passagem do Arraial da Pavulagem, tradicional evento ligado às festas juninas. Adorei o tucunaré e o filhote, peixes típicos da região, e o sorvete do sabor caribó, mescla de castanha-do-Pará com cupuaçu. Também visitei Mosqueiro, a uma hora e meia de Belém, balneário com várias praias à beira do rio Pará. Só lamento não ter tido tempo de ir à Ilha de Marajó e de não poder ficar para o clássico entre Paysandu e Remo, daqui a pouco - tenho cinco horas de estrada pela frente, rumo ao Sul do Pará.

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