domingo, 29 de junho de 2008

Um rasgo de melancolia

Enquanto escrevia o post anterior me lembrei do meu caro amigo Eloy Gallotti, meu mestre, que se foi há alguns anos. Dono de um texto brilhante e de uma carreira cheia de aventuras, como a participação ativa na imprensa alternativa e um período de exílio na França, ele não guardava nada do que escrevia. Dizia que isso era coisa para biblioteca. Que saudade, Eloy. Que saudade.

Um comentário:

  1. ! Conheci o Eloy! Convivi com ele nos tempos do jornal "Afinal"... Não sabia que ele tinha se ido... Podes me contar mais?

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