domingo, 29 de junho de 2008

O valor de um bom conselho

Há 15 anos, quando publiquei minha primeira matéria no Zero, o jornal-laboratório do curso de jornalismo da UFSC, meu irmão mais velho, Marcus, me aconselhou a guardar tudo o que eu escrevesse. Acatei a sugestão e hoje tenho 25 pastas repletas de recortes. Mais do que prova da minha vaidade, esse arquivo tem sido muito útil. Outro dia, por exemplo, o editor da Grandes Guerras (um filhote da Superinteressante), Ernesto Yoshida, perguntou se eu conhecia alguma boa história de ex-combatente da Segunda Guerra Mundial. Lembrei que há uns dez anos, quando trabalhava no jornal A Notícia, conheci um senhor que lutara pelo exército nazista. Graças aos meus arquivos, encontrei a matéria e o nome dele - Klaus Engelhardt -, que eu havia esquecido. Ele vive agora em São Paulo e tem 83 anos. Deu um belo depoimento, publicado na edição da revista que está nas bancas. Brinquei com o Marcus que ia rachar o valor desse frila com ele...

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