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terça-feira, 7 de setembro de 2010
Imprecisão e preconceito (1)
Jornalismo é jornalismo; ficção é ficção. Nessa história da cabra houve um detalhe que chamou a atenção de muita gente: o fato de termos sido chamados - eu e o outro rapaz que ajudou a resgatar a bichinha - de "turistas", tanto pela reportagem da TV quanto pelo Diário Catarinense. Não sei quem era o outro rapaz - troquei duas palavras com ele -, mas, quanto a mim, são 20 anos de vida em Floripa, incluindo os últimos sete. Turista eu certamente não sou. Fico pensando nas razões que fizeram o redator optar por esse termo, em vez de simplesmente escrever "homens" e não correr o risco de produzir uma peça de ficção no lugar de um texto jornalístico. Não foi uma escolha muito inteligente, pois a chance estatística de que fôssemos ambos turistas era pequena: Floripa tem 400 mil habitantes e devia estar recebendo não mais do que 10 mil visitantes naquele dia. O local em que estávamos - em frente ao mirante da Lagoa da Conceição - é frequentado por turistas, mas milhares de pessoas que moram na cidade passam por ali diariamente (aliás, aposto que muitos turistas viram a cena antes da gente e nada fizeram). Ou será que os colegas do Diário concluíram que éramos turistas por estarmos de bermudas? A escolha do termo parece um detalhe menor, quase insignificante, mas é assim que se vai construindo a credibilidade de um veículo e do jornalismo como um todo. Muita gente que me conhece viu a cena e criticou o descuido com a informação, matéria-prima do jornalismo. O pior de tudo é que o pessoal do jornal teve a chance de corrigir o erro: meu filho Lauro mandou um e-mail e a Adri Canan ligou para a redação, pediu para falar com o chefe do plantão e disse que pelo menos um dos homens, que ela conhecia muito bem, não era turista coisa alguma. Foi tratada com certo desprezo e superioridade. E a informação, em destaque no site do Diário durante todo o dia de ontem, continuou errada.
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o raciciocínio deles deve ter sido mazomenos assim: se dizem "homens" poderiam estar sendo preconceituosos já q tivemos a Parada Gay no finds...portanto, pela sensiblidade com a cabrita concluiram q só poderia se tratar de um turista. E gay!!!! Matei a charada.
ResponderExcluirraciocínio,...cê entendeu, né? kkkkkkk
ResponderExcluirO pior é que a cabrita não pára de me ligar...
ResponderExcluirÉ a legítima cabra cega. Não viu um barranco daquele tamanho, a tansa.
ResponderExcluircolocando de lado a diversão de pegar no teu pé por conta da história, vamos combinar: além de todos os problemas de imprecisão, preconceito, etc que já apontaste nesse caso, a noticiazinha que ficou ontem o dia inteiro no site do DC está pessimamente redigida. coisa de amador. acho que no mínimo deveriam ter corrigido a nota, se não acrescentando as informações corretas, no mínimo eliminando os erros ridículos de português. lamentável.
ResponderExcluirNão fica cabreiro com essa história.
ResponderExcluirHistória meio maCABRA.
ResponderExcluirParabéns por ter salvo a cabrinha! Michelle.
ResponderExcluirEu sei como as ligações de leitores são recebidas lá. E COMO se sei. Desprezo, deboche, acham que todo mundo que corrige é mala...
ResponderExcluirPoucos tem o capricho de fazer bem feito, revisar, reler... é feio demais.
Mas esse lance da bermuda é ótimo. Frilão, turistão, bermudão, salvando a nação no feriadão.
Acho bom vc comprar uns ternos Armani...
Ah, e casado há tanto tempo com a Cris, tendo dois manezinhos como filhos, acredito que jpa tenhas regularizado teu visto lá na embaixada copa lord, néam???
ResponderExcluirhttp://twitter.com/cibeleggodoy/status/23920566903
ResponderExcluira proósito: sou cabo eleitoral da campanha M.O. no twitter!!! rá!
Estou comovido com a campanha, Cibas, mas só com um milhão de assinaturas, tá? :)
ResponderExcluiro quê? jornalista incompetente tratando os reles mortais com desdém?? isso não existe. ô raça!! não conseguem escrever uma simples nota coberta... por uma cabra :))))))
ResponderExcluirpassamos ali no morro e ela tava lá
ResponderExcluir-olha lá a cabrita do Maurício!
eu disse assim,bem natural...saiu. Sei lá, cara,
cada um é responsável pelo q cativa. Vc vai abandoná-la assim? A bichinha fica olhando pra estrada esperando vc voltar, bicho!