quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Perguntas que pairam no ar

Liguei para a Celesc para pedir a mudança no tipo da rede, de monofásica - usada durante a construção da casa - para trifásica. O pessoal da empresa terceirizada esteve aqui e alegou que não podia fazer a mudança porque o número da casa não estava pintado no cano de ferro do poste, algo que eu poderia fazer com esmalte, por exemplo. Eu disse que resolveria o problema imediatamente - levaria três minutos -, mas eles disseram que teriam que voltar depois, porque a regra é só mudar o tipo de ligação quando o número estivesse pintado. Aí liguei de novo para a Celesc e deram mais seis dias úteis de prazo. O pessoal veio de novo (dessa vez eu não estava em casa) e deixou um recado: faltou fechar com cimento a caixa de ferro sob o poste. Lá fui eu atrás do pedreiro para fazer o trabalho. Aí liguei de novo para a Celesc, esperei mais uns dias, eles vieram mais uma vez e descobriram que o breguete da conexão estava fora dos padrões. Outra tentativa perdida - e lá fui eu de novo correr atrás da solução. Ontem, finalmente fizeram a tal ligação. E eu fico me perguntando: por que eles não olham de uma vez só tudo o que está faltando? Será que recebem da Celesc por visita?

Um comentário:

  1. Desde o início do post, fiquei me perguntando por que razão não detectaram tudo já na primeira vez, não? Desse jeito, não dá para ter bons sentimentos por uma companhia dessas...

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