segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Essa história está cheirando mal

Outro dia falei aqui do fedor exalado pela estação de tratamento de esgoto na entrada de Floripa. Esse é apenas o lado mais visível (ou melhor, mais cheirável) do histórico descaso de Santa Catarina com o saneamento. Não por acaso, a capital do estado despencou da 10ª para a 34ª posição no ranking do Instituto Trata Brasil, uma das ONGs mais respeitadas no setor, a ponto de ser citada como exemplo de má qualidade de gestão, com tarifas altas e serviços ruins. Apesar do expressivo aumento da tarifa média (de R$ 1,59 para R$ 2,39 em quatro anos), os investimentos caíram de 82% para apenas 21% do caixa gerado pela operação do sistema, descreve o relatório da ONG. A pergunta que não quer calar é: para onde está indo esse dinheiro?

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