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direito à comunicação é uma condição essencial para a democracia. Bem, eles
não só acr...
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Coisas idiotas que a gente faz
Noite passada, dirigindo pela Avenida Beira-Mar, vi meu ex-carro andando logo à frente. Apesar dos disfarces - uma série de adesivos meigos -, reconheci pela placa. Achei uma coincidência tão grande que senti necessidade de compartilhar com quem o dirigia. Parei ao lado no semáforo. Havia uma jovem ao volante e uma senhora de uns 50 anos no carona. Fiz um sinal demonstrando que queria dizer algo, mas a caroneira, que poderia simplesmente abaixar o vidro e me ouvir, levantou o dedo e fez nana-nina-note com cara de emburrada. Deve ter imaginado que eu queria cantar a moça - ou ela própria, sei lá. Tudo bem que eram dez e meia da noite, mas, caramba!, estamos em Floripa e aqui as pessoas deveriam relaxar mais. Não desisti e passei a mensagem por mímica. A moça entendeu e sorriu (ainda bem, porque a sequência de gestos - apontar para o carro dela e depois para mim - poderia ser interpretada como "vou roubar o seu carro"). Enquanto a jovem explicava tudo para a bru..., digo, para a pessoa ao lado, o semáforo abriu e segui adiante, pensando no papelão ridículo que eu havia feito. Por que diabos tal informação interessaria à nova dona do carro?
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e como se não bastasse, ainda conta no blog! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
ResponderExcluirótEma historinha. bj!
Essa merece estar num filme de Woody Alen. Muito boa.
ResponderExcluirCara, vamos fazer um teste de DNA. Tem certeza que tu é mesmo meu irmão? Abraço, Marcus
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