quinta-feira, 16 de julho de 2009

O perfume da múmia

E não é que uma Realidade de 1967 ainda carrega uma amostra intocada do perfume Imprévu? É praticamente uma descoberta arqueológica. O pacotinho já esperou nada menos que 1,3 bilhão de segundos para ser aberto. A questão é: devo fazê-lo? Será que há resquícios do aroma que as mulheres de Paris, Londres, Roma e Nova York diziam ser ao mesmo tempo suave e provocante? Ou será que as gotinhas se transformaram em uma bactéria mortal, tipo maldição da múmia?

10 comentários:

  1. meu, ano q eu nasci...deve ser bom isso aí rsrsrs

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  2. Que pergunta, Maurício. Pensei que já tivesse aberto e pudesse nos fazer um relato. Se tu não tiveres coragem, pagando uns trocos me proponho a ser a cobaia!

    Anda, revela noutro post e fragância do ano que o Frank nasceu!

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  3. hahaha...Cibele, eu não escondo a idade! De múmia é só o bafo no sábado de manhã! rsrsrs

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  4. Vou encarar, Cibele. Prometo. Imagino que a essa altura não tenha sobrado o menor resquício do perfume, mas vai saber... Só abrindo mesmo. Ai, que meda. Quanto mesmo você cobra pra ser a cobaia?

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  5. Quaquer 500 mangos me deixa feliz. Ah, claro que queria de brinde uma revista Realidade, porque as que achei eram os olhos da cara e não comprei.

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  6. aposto que esse vai ser o perfume da vida da cris.
    (ref meu último post, que ela comentou, vai lá que vc vai entender. ;)

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  7. se ainda nao abriste, adoraria registrar a experiência.
    beijo

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  8. Ainda não abri, Juli. Até porque esse negócio está virando um megaevento. :) Vou marcar data e local e abrir inscrições, limitadas a 200 pessoas mais imprensa.

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  9. Cerimônia de abertura do Imprévu: Eu vou!

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