domingo, 25 de abril de 2010

O prazer de ter feito um bom negócio

Citei outro dia que estou lendo uma coletânea de crônicas do Rubem Braga, As boas coisas da vida. Trouxe esse livro do sebo, junto com outros nove, em uma troca. Desde a mudança eu tinha duas caixas cheias com livros, revistas e CDs dos quais desejava me livrar. Aí conheci aquele sebo do Pantanal citado alguns posts atrás, onde comprei LPs para a futura festa da Cris. Naquela ocasião perguntei ao rapaz que trabalha lá se havia interesse na troca e ele disse que sim. Levei as caixas, ele avaliou cuidadosamente peça por peça e descartou apenas algumas revistas mofadas e uns CDs riscados. Quando me disse o valor ao qual eu teria direito em mercadorias, quase caí para trás: R$ 157. Sempre tive a impressão de que os sebos eram muito exploradores nesse tipo de negócio, mas desta vez estava valendo a pena. Escolhi dez livros, metade deles de crônicas, e ainda fiquei com R$ 51 em crédito, à espera da renovação do acervo que eu desfalquei consideravelmente. Na primeira semana devorei três ao mesmo tempo - além do Braga, os dois outros foram Banquete com os deuses, de Luís Fernando Veríssimo, e O romance morreu, do Rubem Fonseca, todos em excelente estado (o que pertencia ao Gui posso assegurar que nunca havia sido folheado). Fico feliz ao lembrar que ainda há sete na fila e mais uns cinco que terei com o crédito restante.

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