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sábado, 21 de fevereiro de 2009
O artilheiro triste
Nesses tempos em que a gente vê os jogadores de futebol fazendo mil estripulias para comemorar um gol - coração para a câmera, dancinha ridícula e até mortal de costas -, surpreende a história de Quarentinha (1933-1996), o maior artilheiro da história do Botafogo, com 313 gols pelo clube carioca. Ele sequer sorria ao mandar a bola para o fundo das redes. Simplesmente dava meia volta e saía caminhando em direção ao seu lado do campo para o reinício da partida. "É minha obrigação. Sou pago pra isso", dizia. Mais uma do Almanaque de Cultura Popular.
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Aposto minha unha do dedo mindinho como o cara era descendente de alemão...
ResponderExcluirbeijo
Quando posso ir aí buscar? É a do lado esquerdo ou a do direito?
ResponderExcluirAh, Frau Lückman, os alemães nem são tão assim, não. :)
ResponderExcluirSchönes Wochenende für alles!
(Bom fim de semana para todos)
Gruss!
Rafaela, que também faz freelas neste sábado lindo de sol.
Turminha carnavalesca esta, hein? Balacobaco. Ziriguidum.
ResponderExcluiraqui dentro da bolha tá uns 15 graus. mas tou morrendo de preguiça. e zapeando pela internet, como vocês podem perceber...
ResponderExcluirmaurício, a do direito tá maiorzinha. vou cortar e te entrego no sábado. =P
qual a origem do cara, afinal?
beijos!
Bom, pela foto meio ruinzinha ele parece negro. Mas de origem alemã certamente não era.
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