O Diracom é um coletivo de ativistas brasileiros que acreditam que o
direito à comunicação é uma condição essencial para a democracia. Bem, eles
não só acr...
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Floripa, eu te amo
É numa sexta-feira como esta, com sol aberto e muitos sorrisos nas ruas, que a gente esquece (e quase chega a perdoar) o provincianismo, a escassez de alternativas culturais e a incompetência dos administradores públicos.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Manias de frila
Costumo trabalhar com a TV ligada ao fundo. É para ter a sensação de que estou conectado com o mundo - e para simular o zunzunzum das redações, também. (Este post é só para livrar a minha cara e você não ficar pensando que eu vejo a Ana Maria Braga. É que acabou o Bom Dia Brasil e eu não mudei de canal.)
Diálogo insólito
Sandra Annenberg - Ana Maria, você sabe qual é o maior medo dos cariocas hoje em dia?
Ana Maria Braga - Ah, Sandra, eu acho que é bala perdida.
Sandra Annenberg - Acertou em cheio!
Ana Maria Braga - Ah, Sandra, eu acho que é bala perdida.
Sandra Annenberg - Acertou em cheio!
Trilha sonora do inconsciente
Por falar em filmes e canções antigos, outro dia eu estava sonhando com esta música quando fui acordado pelo despertador, às seis da manhã. Desde então, a música não sai da minha cabeça. O Damien Rice tem outras legaizinhas.
E ainda chamam a TV?
Acaba de passar uma matéria no Jornal da Globo sobre um shopping em que os diretores trabalharam como faxineiros por algumas horas para sentir na pele como é dura a vida de proletário. Trata-se de um modismo que vem se proliferando pelos departamentos de recursos humanos. Ora, ora, liguem o ridiculômetro, por favor. Não é fazendo esse teatrinho que um gestor vai se aproximar verdadeiramente dos subordinados. O sujeito arma essa palhaçada hoje e amanhã já voltou a desfilar de nariz empinado pelos corredores.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Um homem do século passado
Ando com vontade de ver filmes antigos. Minhas músicas prediletas são da década de 1980 para trás. Fiz mestrado em História. Adoro mexer em jornais velhos. Detesto coisinhas tecnológicas. Sim, sou um sujeito empoeirado e carcomido.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Lilica e eu
domingo, 25 de outubro de 2009
Quem vai chegar lá?
É claro que, como palmeirense, estou chateado com as derrotas do meu time nas últimas rodadas do Brasileirão. Mas que o campeonato ficou sensacional, isso ficou. Seis times de grande torcida - Palmeiras, São Paulo, Inter, Atlético Mineiro, Cruzeiro e Flamengo - permanecem com chances reais de chegar ao título. E faltam apenas sete rodadas!
Cada tijolo conta uma história
Faltam uns três meses para a casa ficar pronta - ou melhor, habitável, pois a restrição orçamentária nos obrigará a deixar algumas coisas para depois. Ontem fomos a Jaraguá do Sul, a duas horas de Floripa, comprar madeira de demolição para o deque. Foi uma experiência bem mais divertida e rica do que imaginávamos, pois os donos do negócio, o casal Juan Carlos e Érica (ele, argentino, ela, paulista de uma pequena cidade do interior), são muito gente boa. Ficamos horas batendo papo. Esse é um dos aspectos mais legais de estar construindo: as histórias "paralelas" que ficam para a posteridade.
Falidos e felizes
Quando íamos começar a construir a casa, muita gente nos fez dois alertas. "Vocês vão se incomodar muito com mão-de-obra" não se confirmou, felizmente. Tivemos a sorte de escolher um excelente arquiteto, Darley Voltolini - com quem, além de tudo, temos muita empatia -, e de contratar uma equipe de construção de alto nível, em todos os sentidos. Já o outro alerta - "o orçamento sempre estoura" - infelizmente se confirmou. Isso quer dizer que 2010 certamente será também um ano de muito trabalho, para amenizar as dívidas. E de pouco tempo para os livros, por consequência. Mas estaremos onde sempre sonhamos, felizes e saudáveis. Isso é que importa. O resto, corre-se atrás.
Angústia literária
É ter uns 15 livros ótimos à espera e só encontrar tempo para poucas páginas por dia. Tem sido assim nas últimas semanas. Enquanto isso, o passivo vai aumentando. Passei sexta à noitinha na Livraria Catarinense da Felipe Schmidt e não resisti à banquinha das promoções - que, para minha surpresa, desta vez não se limitava a títulos religiosos e de auto-ajuda. Mordendo os lábios para me controlar, levei apenas "Travessia de verão", de Truman Capote, e "Em busca do borogodó perdido", do Joaquim Ferreira dos Santos, a R$ 9,90 cada. Para o final da fila, queridos.
Gente que faz
É um prazer ver nomes amigos entre os finalistas do tradicional Prêmio Esso de Jornalismo, especialmente os de Dauro Veras e Fernanda Colavitti, além do prêmio especial de melhor contribuição à imprensa concedido ao Congresso em Foco - mérito, em grande parte, do Lúcio Lambranho.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Kinsey e eu
O que me deu a ideia do texto reproduzido no post anterior foi, na verdade, a tal Escala de Kinsey. Eu havia acabado de publicar uma matéria sobre o célebre sexólogo (sim, já escrevi sobre temas que vocês nem imaginam).
O impacto de uma deusa
No período em que trabalhei na Veja, havia uma seçãozinha chamada "Para contar no bar". Era preciso preenchê-la com um texto espirituoso e que ao mesmo tempo trouxesse algum conhecimento ao leitor - e ainda por cima ilustrar com uma foto. A roubada muitas vezes sobrava para mim, claro. Certo dia, o editor chegou com uma linda imagem da modelo Luize Altenhofen, 21 aninhos à época, e decretou:
- Temos que usar esta foto no "Para contar no bar". Inventa alguma coisa.
Fiquei ali olhando para a Luize, matutando, olhando mais um pouquinho... Até que veio uma ideia:
Como medir o impacto de uma deusa
Que efeito provoca a modelo aí embaixo, a gaúcha Luize Altenhofen, de 21 anos? Para calcular, você pode usar uma das escalas inventadas pelos cientistas para medir o impacto dos fenômenos mais diversos.
- Escala Richter: mede a magnitude dos terremotos com base na movimentação do solo e na área atingida. Vai de 0 a 10. Acima de 6 já provoca enorme devastação.
- Escala de Glasgow: avalia o grau de inconsciência de um paciente. Vai de 3 (morte cerebral) a 15 (estado normal), com base em estímulos motores e sinais de comunicação emitidos pelo paciente.
- Escala de Beaufort: descreve a velocidade do vento. Vai de 0 (calmaria) a 12 (furacão).
- Escala de Epworth: determina o grau de sonolência. Pode ir de 0 a 24. Acima de 12, os especialistas recomendam tratamento médico.
- Escala de Kinsey: foi usada em sexologia para medir a possibilidade de mudança da opção sexual. Vai de 0 (exclusivamente heterossexual) a 6 (homossexual convicto).
- Temos que usar esta foto no "Para contar no bar". Inventa alguma coisa.
Fiquei ali olhando para a Luize, matutando, olhando mais um pouquinho... Até que veio uma ideia:
Como medir o impacto de uma deusa
Que efeito provoca a modelo aí embaixo, a gaúcha Luize Altenhofen, de 21 anos? Para calcular, você pode usar uma das escalas inventadas pelos cientistas para medir o impacto dos fenômenos mais diversos.
- Escala Richter: mede a magnitude dos terremotos com base na movimentação do solo e na área atingida. Vai de 0 a 10. Acima de 6 já provoca enorme devastação.
- Escala de Glasgow: avalia o grau de inconsciência de um paciente. Vai de 3 (morte cerebral) a 15 (estado normal), com base em estímulos motores e sinais de comunicação emitidos pelo paciente.
- Escala de Beaufort: descreve a velocidade do vento. Vai de 0 (calmaria) a 12 (furacão).
- Escala de Epworth: determina o grau de sonolência. Pode ir de 0 a 24. Acima de 12, os especialistas recomendam tratamento médico.
- Escala de Kinsey: foi usada em sexologia para medir a possibilidade de mudança da opção sexual. Vai de 0 (exclusivamente heterossexual) a 6 (homossexual convicto).
A vingança de Lya
Cheguei hoje na editora e disse à Lya:
- Teu blog deve estar bombando, hein? Afinal de contas, foi citado no Vida de Frila.
Aí ela contou no Twitter que eu a havia citado, e eis que, em decorrência disso, este blog que vos fala bateu o recorde de acessos desde a inauguração - exatas 100 visitas até o momento. Nunca antes na história do Vida de Frila uma centena de pessoinhas havia passado por aqui em um mesmo dia.
Ok, eu admito a força do Twitter, mas continuarei fora dessa. E tenho dito.
- Teu blog deve estar bombando, hein? Afinal de contas, foi citado no Vida de Frila.
Aí ela contou no Twitter que eu a havia citado, e eis que, em decorrência disso, este blog que vos fala bateu o recorde de acessos desde a inauguração - exatas 100 visitas até o momento. Nunca antes na história do Vida de Frila uma centena de pessoinhas havia passado por aqui em um mesmo dia.
Ok, eu admito a força do Twitter, mas continuarei fora dessa. E tenho dito.
Como o diabo gosta
O post anterior foi o 666º do Vida de Frila, média de 40 por mês desde a estreia, há 17 meses.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Procura-se um campeão
O jogo do Palmeiras estava tão chato que fiquei aqui postando e viajando na internet enquanto o time perdia para o Santo André por 2 a 0, partida que acaba de acabar. Terceira derrota seguida do líder. É um campeonato muito estranho, esse Brasileirão: parece que ninguém quer ser campeão.
Maiores empresas do Sul
Já está nas bancas o anuário "500 maiores do Sul" da revista Amanhã, de Porto Alegre. Trata-se de um ranking de grande credibilidade, realizado há 19 anos. Há uma representante de cada estado entre as três maiores: Gerdau (Porto Alegre, RS), Vivo (Londrina, PR) e Bunge (Gaspar, SC), nessa ordem. Contribuí para a edição escrevendo os perfis da Usina Santa Terezinha (maior no setor de açúcar e álcool), Electrolux (eletroeletrônicos), WEG (máquinas e equipamentos), Tupy (metalurgia), Klabin (papel e celulose) e Sanepar (serviços públicos).
Direto de Amã
A mesma edição da Valor Investe que citei há pouco tem uma matéria bacana do Dudu Burckhardt sobre a Jordânia.
Foi mal aí, meninas
Por falar em design, a Lya Zumblick, minha colega na editora e neta do grande artista plástico catarinense Willy Zumblick (1913-2008), tem um site e um blog bem legais. A japonesa grávida que a ela tanto cita é a Juliana, também gente boa. (Estou fazendo uma média porque andei dando muito trabalho para as duas.)
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